Claudio Nasajon

Como reduzir a sua carga tributária

 

Eu não sei você, mas EU não acredito numa reforma tributária (pelo menos no curto prazo).

Por isso, em vez de esperar o governo reduzir os impostos, implementei na minha empresa alguns processos que me ajudaram a diminuir o peso desse item no orçamento.

A seguir compartilho com você um resumo do que eu fiz (e do que consegui) na esperança de que possa aplicar no seu próprio negócio.

Vamos combinar uma coisa: atender às normas fiscais e tributárias lançadas pelo governo brasileiro quase diariamente é um desafio.

O Brasil ocupa hoje o lamentável segundo lugar no Índice de Complexidade Financeira 2018 da TMF Group.

E o problema não está só na quantidade ou na velocidade com que essas normas são geradas, mas também na falta de consistência entre elas.

Por exemplo: há um consenso de que o ISS é devido “no município em que o serviço é prestado”, mas isso não basta porque há controvérsias sobre o que é serviço prestado.

Vou te dar um exemplo: eu desenvolvo o software no Rio de Janeiro, então o fisco carioca diz que isso configura a prestação de serviço e quer cobrar o imposto.

Só que quando eu vendo para um cliente em São Paulo, o fisco paulista também quer cobrar o mesmo imposto alegando que o que conta mesmo é o “local da implantação”.

E aí? Como é que você dorme com um barulho desses?

A nossa saída para evitar a dupla tributação foi detalhar nas notas fiscais, as várias etapas do serviço (desenvolvimento, implantação, treinamento…) e aí pagamos o tributo no local correspondente a cada um.

Só que esse é um processo trabalhoso e complexo, se não fosse automatizado, seria inviável.

Outra dificuldade é a falta de padronização das Notas Fiscais.

Cada município tem um serviço de emissão de notas próprio e usa um layout diferente. Isso torna mais complexa a transmissão de informações e a emissão da nota fiscal para o cliente. Então, novamente, se a gente não tiver um sistema que converse automaticamente com esses diversos padrões, a gente fica maluco.

E como se não bastasse a profusão de normas, muitas delas são conflitantes entre si.

Nesses casos não basta conhecer a lei e atendê-la. A gente tem também que avaliar qual é a interpretação mais adequada para cada caso. Aí tem que pesquisar jurisprudência e consultar órgãos oficiais, para formar uma posição.

Na Nasajon, nós temos um time só para isso. Você não imagina a quantidade de solicitações que a gente recebe de clientes querendo que a gente mude determinada fórmula de cálculo porque a interpretação deles é diferente da nossa.

Só que nesses casos a gente não pode simplesmente atender o pedido porque os outros clientes que usam o sistema também seriam afetados.

Então acionamos a nossa tropa de consultores, advogados, contadores e por aí vai, para esclarecer se aquela solicitação procede – caso em que a gente implementa no sistema – ou, se ela vai de encontro à lei, caso em que a gente precisa convencer o cliente, às vezes com algum desgaste do porquê de não fazermos o que ele quer.

Claro que para nós seria mais fácil deixar o programa fazer do jeito que cada um quisesse, mas isso deixaria o sistema mais frágil. E nós somos a Nasajon, o nosso lema é “software de confiança”.

Em suma: a nossa estratégia de redução de tributos baseia-se em três pilares:

O primeiro é ter um software integrado. O nosso sistema ERP realiza automaticamente operações complexas como a separação dos diversos tipos de produtos e serviços na nota, analisa a melhor conveniência tributária, considerando os benefícios fiscais sobre determinados tipos de produtos ou serviços, e outras variáveis mais.

O segundo pilar é o Planejamento tributário. A gente estuda os tributos que incidem em cada atividade e mantém um controle detalhado das finanças da empresa, o que nos permite implementar estratégias (lícitas) de redução de impostos, como por exemplo a compensação de créditos tributários ou a distribuição das despesas ao longo do ano (antecipando ou adiando compras) para gerar o menor custo tributário possível.

O terceiro pilar é a aplicação sem medo da Reforma Trabalhista. As despesas de pessoal sempre são significativas, independente do setor. Em nosso caso, por exemplo, passam dos 60% do custo operacional.

Com a reforma trabalhista foram liberadas situações como a remuneração por produtividade, a demissão consensual, o trabalho temporário… tudo isso permite reduzir os encargos sobre salários, mas exige um conhecimento mais profundo da legislação e ferramentas adequadas para controlar a maior complexidade dessas novas operações.

Para isso, a gente criou uma área de cursos de atualização sobre a reforma trabalhista na nossa unidade educacional, só para manter os clientes antenados com essas e outras vantagens que você pode conhecer melhor em nosso site. É só clicar na aba “Cursos”.

Concluindo: os impostos estão aí e precisam ser pagos para manter o país funcionando, mas com um software adequado, planejamento consistente e conhecimento atualizado das normas, você pode reduzir significativamente as despesas tributárias.

A propósito: se quiser conhecer o ERP Nasajon, basta clicar no botão laranja do site e alguém do meu time vai ligar para combinar uma demonstração sem compromisso.

E se quiser conversar ao vivo comigo, inscreva-se para participar da Conversa Empresarial que eu realizo, ao vivo, todas as quartas-feiras às 21h.

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Até a próxima!

Claudio.

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