Mentoria de negócios
Como perdi R$ 1 milhão (e como você pode evitar isso)

Ontem a síndica do meu prédio ficou mais de uma hora desabafando comigo sobre os serviços de uma empresa contratada pela administração anterior para fazer uma reforma da fachada.

No ano passado a gente jogou fora mais de R$ 1 milhão com uma obra que só deu dor de cabeça.

Como não está sobrando para ninguém e o valor foi significativo, a gente fez uma sindicância para entender o que havia acontecido.

E resumo da história: tudo errado, mas aprendemos lições importantes que dá para aplicar nos negócios e até na administração de casa. Ei-las:

Para começar, a obra foi contratada sem nenhum tipo de concorrência. O prestador foi uma empresa indicada por um amigo do ex-síndico, e não houve qualquer controle sobre a realização das obras ou até sobre a qualidade do serviço.

A gente pensou até em processar a empresa, mas o nosso advogado descobriu que o capital social é de apenas R$ 10 mil. Quer dizer, mesmo se a gente ganhasse, não teria como cobrar esse prejuízo.

Seja como for, passado o trauma, e eleitos novos administradores, recomeçamos o processo.

Só que desta vez a gente abriu uma licitação da qual participaram mais de vinte empresas. Três foram selecionadas e uma foi eleita em assembléia.

Também contratamos um engenheiro independente para acompanhar todo o processo e a gente está fiscalizando a realização dos serviços com lupa.

Agora: como é que VOCÊ pode aplicar essa experiência no SEU negócio ou no seu condomínio, para não precisar gastar R$ 1 milhão nessa aprendizagem?

É simples. A fórmula do sucesso tem dois componentes essenciais: processos e ferramentas.

Fazendo uma analogia simples, não adianta você ter habilitação para dirigir e até saber para onde quer ir, se você não tem nem um patinete para fazer a viagem.

Ou se tiver um patinete, mas você quer ir do Rio para Belém, então o patinete não é a “ferramenta” adequada, aventuras à parte.

Agora, também não adianta você ter uma Ferrari e não saber dirigir.

Ou saber dirigir, mas não tem ideia de para onde vai ou como chegar lá.

Então, na administração de uma empresa, assim como num condomínio, também se aplicam esses dois elementos.

A gente precisa saber O QUE fazer e também ter a ferramenta adequada para isso.

Podemos garantir custos menores e a aplicação adequada dos recursos usando sistemas que automatizam a solicitação e o recebimento das propostas, que unificam as métricas para a tomada de decisão, que controlam os indicadores de desempenho, que acompanham os serviços prestados.

A gente pode manter o fluxo de caixa positivo sincronizando pagamentos previstos em cada etapa com os recebíveis.

Podemos gerir melhor as pessoas e os recursos físicos e financeiros acompanhando a todo momento a evolução do “realizado” com o “previsto”.

Em suma: temos que saber O QUE fazer, QUEM fará, COMO e QUANDO.

Mas só isso não basta.

Aliás, é aí que maioria das pessoas pecam.

Sabem como fazer, têm gente habilitada para fazer, mas não têm as ferramentas adequadas.

Eu cansei de ver empresas usando planilhas para gerenciar projetos de porte médio, desperdiçando dinheiro com retrabalho, erros, atrasos que seriam reduzidos, ou até eliminados, se houvesse uma gestão adequada desses recursos.

Por isso, se você for o síndico do seu condomínio, ou o gestor da sua empresa, certifique-se de que a sua operação tem esses dois componentes bem resolvidos: processos definidos e sistemas adequados para integrar a operação e maximizar os resultados.

E lembre-se da minha síndica e do seu desabafo.

Não adianta contratar uma empresa qualquer, porque se o assunto for sério, você vai precisar de alguém que esteja comprometido com  seu sucesso, com sucesso da operação e não apenas interessado na venda.

E nesse terreno eu posso falar alto, porque nós somos a NASAJON, nosso lema é “EMPRESA DE CONFIANÇA”.

Nós temos mais de 37 anos de operação (menos de 1% das empresas no Brasil duraram tanto).

Temos certificação “OURO”, a máxima que existe, na qualidade dos processos de desenvolvimento de software pela avaliação da COPPE/UFRJ.

E ganhamos, várias vezes, prêmios como “Melhores Fornecedores” da revista Gestão RH pelos nossos resultados de gestão de pessoas e no atendimento de clientes.

Não é por acaso que nós temos o melhor índice de satisfação do nosso setor: 93% dos clientes estão satisfeitos com a empresa.

A propósito, você se quiser conhecer melhor o ERP Nasajon, e como ele pode ser aplicado no seu negócio para melhorar a gestão de contratos ou serviços, basta mandar uma mensagem para mim e eu peço a alguém do meu time para agendar uma demonstração sem compromisso. 

QUERO CONHECER O ERP NASAJON

Ou participe da Conversa Empresarial que eu realizo AO VIVO toda quarta-feira às 21h.

Até a próxima!

Claudio